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As taxas de juros caíram no Brasil, entenda como isso pode impactar suas finanças

Em agosto de 2020, o Comitê de Política Monetária decidiu fazer um corte na taxa básica de juros (SELIC). O valor retirado foi de 0,25%. Com essa decisão, o percentual de juros anuais caiu para 2%, sendo o mais baixo da história. No entanto, essa decisão pode afetar os consumidores do país em vários sentidos.

De acordo com os economistas, a decisão foi capaz de controlar, em parte, a inflação, bem como possibilitar a aquisição de crédito com taxas ainda menores. Confira, abaixo, quais são os impactos no setor financeiro.

Taxas de juros: o que são e como calcular?

Para se ter uma ideia geral, os juros correspondem a determinado rendimento, o qual é percebido quando retiramos o dinheiro de algum investimento. Eles podem ser negativos, para quem pede um empréstimo, por exemplo, mas também podem ser positivos, como para quem aplica o dinheiro na poupança, ou Tesouro Direto.

Em um cenário como o explicado anteriormente, os juros correspondem ao valor expresso em uma operação. No entanto, uma taxa de juros é representada pelo percentual de remuneração ou cobrança de uma dada operação, mostrando-se diferente dos juros em si. O período de incidência pode variar entre mensal, semestral ou anual.

Cálculo da taxa de juros

Para que os cálculos das taxas sejam efetuados, é necessário que haja um acordo formado por meio de contrato. No entanto, é possível considerar alguns tópicos como:

  • índice de inflação;
  • riscos de empréstimo, quanto maior o risco, maiores os juros;
  • compensação por falta de aplicação do dinheiro em outro investimento;
  • custos administrativos.

Outros fatores que também podem influenciar diretamente nesse cenário é a oscilação de outros termos que são pertinentes ao contrato vigente. No Brasil, a Taxa Selic é utilizada por determinação do Banco Central do Brasil desde o ano de 1979, permitindo que limites de juros para o comércio sejam estabelecidos.

Expressividades dos juros em um investimento

Dentro da economia do país, que reflete diretamente nas contas dos brasileiros, em questão da individualidade, as taxas de juros exercem uma grande influência. Por meio delas, torna-se possível determinar onde cada cidadão poderá aplicar os seus recursos, possibilitando uma manutenção de vida mais assertiva.

Para quem possui o seu próprio negócio, também é válido ficar de olho nas taxas, afinal, são elas que regem a lucratividade da produção, exportação ou importação. Além disso, para os investimentos, os juros são toda a remuneração do valor investido, podendo impulsionar, em conjunto com a própria produção da empresa, os lucros.

Como fica o cenário com a queda da taxa de juros?

Quando há uma queda na Taxa Selic, a tendência é que as taxas de mercado, de uma maneira geral e agrupada, também comecem a cair. Isso acaba por resultar em uma situação onde o crédito fica mais barato e acessível, tanto para as empresas quanto para as famílias brasileiras. Com essa perspectiva, o consumo tende a aumentar gradativamente.

No entanto, quando isso ocorre, há uma tendência para que o consumo das famílias seja incentivado, bem como para as empresas. Isso porque os rendimentos sobre as aplicações de cunho financeiro, especialmente a renda fixa, acabam por ficar bem menos atrativos. Ao aumentar o índice de consumo de ambas as partes, a empregabilidade também apresenta crescimento, fazendo com que a renda das famílias cresça ainda mais.

É possível comparar toda essa situação financeira com o “efeito bola de neve”, mas em um sentido contrário. Diante de uma queda nas taxas de juros do Brasil, o crescimento econômico é visto, do mesmo modo que o Produto Interno Bruto, que consiste na soma de todos os bens e serviços produzidos em um país, estado ou cidade.

Ainda assim, mesmo em queda, caso a produtividade não acompanhe toda a demanda de consumo, é possível que um surto de inflação aconteça logo em seguida, ou seja, os preços irão disparar na maior parte dos setores da economia. Com isso, a oferta será reduzida à medida em que a procura ganhe mais significado.

Como controlar o dinheiro durante uma possível crise?

Ter um maior cuidado com as finanças é necessário, mesmo que as taxas de juros estejam mais baixas no ano de 2020. Dessa maneira, será possível alcançar todos os seus sonhos, tanto durante a crise quanto fora dela.

Saber lidar com um momento de instabilidade do país, caso venha a ocorrer, e conseguir controlar os gastos acabam por ser itens indispensáveis para ter maior segurança sobre o seu próprio dinheiro. Por isso, abaixo, confira algumas dicas importantes para saber economizar e não passar por nenhum aperto ao longo do ano que está por vir.

Reservar dinheiro

O ideal é que, sempre que receber o seu salário, deixe uma parte separada para uma reserva de emergência ou, se possível, para investimentos. O ideal é que as contas estejam sempre na ponta do papel para evitar futuras confusões e falta de organização.

Assim que conseguir alcançar um valor suficiente para uma boa reserva, que o deixe seguro em momentos de crise, siga com a mesma dica para começar a investir. Sendo assim, reserve cerca de 10% da renda líquida e, aos poucos, quando puder, aumente o valor.

Planejar os gastos

Poucas pessoas planejam os seus gastos. O ideal é fazer uma perspectiva de gastos de uma forma mais linear e bastante planejada. Isso ajudará a gastar apenas o necessário e conseguir ter dinheiro o suficiente para investir em si mesmo em um futuro bem próximo. Para isso, reserve algumas horas do mês para organizar números e valores.

Parcelar os boletos

Para quem não tem todo o dinheiro disponível no momento, ou deseja poupar e adquirir um produto ao mesmo tempo, o parcelamento de boletos é uma ótima opção. Assim, não será preciso investir todo o valor de uma única vez, sobrando o suficiente para aplicações futuras.

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